
Hoje o dia começou ruim para muitos executivos da General Motors. O gigante no mercado automobilístico americano e mundial não superou as dificuldades que apareceram com a crise financeira mundial e pediu concordata.
O presidente americano Barack Obama fala ainda hoje sobre a situação da General Motors em coletiva de imprensa. Além de Obama, o executivo-chefe da GM, que deve continuar dirigindo a montadora, falará em Nova York logo após o discurso do presidente dos EUA. A intenção é convencer os steackholders que a GM pode voltar revigorada dentro de 60 a 90 dias.
A busca de proteção contra credores pela GM foi apoiada pelo governo americano, que deve ter uma participação de 60% na montadora. A Casa Branca deve anunciar ainda mais US$ 30 bilhões para ajudar a empresa durante o processo de reorganização.
As operações da GM no Brasil não devem ser afetadas pelo pedido de concordata feito pela Matriz. Segundo a filial brasileira, por se tratar de uma subsidiária, a General Motors do Brasil tem independência financeira e jurídica. Nesta terça-feira, o presidente da GM no Brasil, irá conceder entrevista coletiva, na qual explicará o processo de concordata da matriz e as conseqüências para a operação brasileira.
Sem sombra de dúvidas essa foi a notícia mais quente da semana para o mundo dos negócios. Mesmo sendo um gigante no mercado automibilístico, a General Motors, diferente da Ford, não foi citada no Livro de Jim Collins e Jerry Porras (Feitas para Durar). Já seria isso um aviso?
De acordo com a rede de notícias CNN, os proprietários de carros GM devem sentir poucas mudanças em consequência do pedido de recuperação judicial da companhia.
Abraços e boas novas a GM,
Gustavo Loureiro
[fonte: Época Negócios]
