O meio ambiente entrou definitivamente na agenda dos negócios. Companhias de todos os setores sabem que só há um caminho para se adaptar aos novos tempos: inovar para transformar a crise ambiental em vantagem competitiva. Dessa forma, vemos muitas empresas “correndo” para implementar programas ambientais ou até mesmo gastando milhões para dizer que são sustentáveis (elas ou seus produtos) e que investem na conservação do meio ambiente.
O conceito de empresa verde reflete a maneira como uma empresa trata e mantém suas operações sempre embasadas em políticas que visam a redução do impacto ambiental causado por suas atividades. Iniciativas como essas, apenas são realmente adotadas e duradouras se conseguirem penetrar no “DNA da empresa” e não apenas no discurso ou poucas ações. Para isso o apoio da alta direção é decisivo.
No Brasil, estamos engatinhando ainda com relação a isso!
A sociedade poderia e deveria ajudar consumindo produtos/serviços de empresas com boas políticas voltadas para a rsponsabilidade ambiental. Hoje ainda temos muitas empresas usando essas causas para fazer simplesmente marketing. Elas acabam gastando muito mais dinheiro em campanhas para somente dizer que “são verdes”, mas o investimento em ações focadas em responsabilidade ambiental são muito menores.
Segundo o Greenpeace, a sociedade precisa tomar consciência sobre a grande e insutentável demanda por produtos florestais. É preciso incentvar a produção sustentável de madeira, exigindo o certificado de que a extração foi feita de forma legítima. Essa é uma das melhores alternativas existentes hoje para desenvolver economicamente regiões de floresta respeitando-se aspectos sociais e ambientais.
Para a ONG, nós, consumidores, podemos ajudar a proteger a floresta tomando algumas medidas simples, como:
- Comprar apenas produtos de madeira (móveis, material de construção, papel) que tenham o selo FSC de certificação florestal.
- Se você não encontrar produtos com o selo FSC, converse com seu fornecedor sobre a importância do selo para garantir a procedência da madeira e demais produtos florestais.
- De forma geral, antes de comprar um produto de madeira, mostre-se interessado pela procedência do material. Peça garantias de que a extração de madeira não destruiu economias locais, empregou mão-de-obra infantil ou gerou impactos ambientais. Suas perguntas deixarão claro ao fornecedor que os consumidores se preocupam com a extração da madeira.
O Greenpeace também publica, a cada três meses, seu guia para eletrônicos mais verdes, o Guide to Greener Gadgets, mostrando quais empresas de tecnologia levaram adiante suas promessas para um futuro sustentável e quais não mantiveram sua palavra.
O guia se baseia em políticas para conter o desperdício eletrônico, mudanças climáticas e o uso de produtos tóxicos na composição de embalagens e produtos para compor uma espécie de relógio que vai de 0 a 10, representando os pontos alcançados pelas empresas em busca da perfeição verde.
A Nokia há quatro edições ocupa a primeira posição por estar sempre na busca da eliminação de produtos nocivos ao meio ambiente em seus aparelhos e por se preocupar com os seus itens descartados pelos consumidores ao criar um programa para recolher celulares usados. Empresas como a Sony despencaram mais de cinco posições por não cumprirem com sua palavra na eliminação de produtos químicos e a Microsoft vem sempre aparecendo nas últimas posições.
Acesse agora o Guide to Greener Gadgets.
Além do ranking de empresas eletrônicas verdes, o Greenpeace também oferce um guia do consumidor com uma lista de produtos e empresas que usam ou não trangênicos. Todas as empresas listadas no Guia do Consumidor receberam uma correspondência do Greenpeace, questionando sobre a utilização de soja e/ou milho transgênicos na fabricação de seus produtos. Dependendo da resposta, as marcas/empresas foram classificadas na lista verde ou na lista vermelha.
Entre as empresas que não usam trangênico estão Unilever e Nestlé. Veja a lista completa . Essas são algumas dicas de consumo responsável e sustentável. Pratique!!!
Abraços,
Gustavo Loureiro

A ong ictus ecologia foi a vencedora do Prêmio Brasil 2 Meio Ambiente – Cat. Ar – ano 2007 – JB, vide site http://www.ongictusecologia.com.br. Atualmente estamos trabalhando o Projeto Ictus Carragena, um projeto de elevado cunho Sócio-Ambiental, voltado para a produção de carragena e etanol, através do uso de macroalgas marinhas. A Ong Ictus Ecologia utiliza no cultivo de Algas no Mar, patente nacional que possuo junto ao INPI ( Instituto Nacional de Propriedade Intelectual ). O Projeto Ictus Carragena é capaz de produzir cerca de 800 toneladas de algas secas por hectare.ano, quando a produção atual no território ( em terra ), atinge hoje em média 120 toneladas por hectare.ano. Além de ser cerca de 7 vezes maior a produção, o uso das Algas como produtora de etanol é ecologicamente perfeita, poupando o território dessa tarefa, diminuindo o uso de produtos agricolas, tais como cana-de-açucar, milho, soja, etc…., para fabricação de etanol. Com relação ao etanol apartir de Algas, existe matéria eletrônica sobre o assunto, vide Programa Próalga, desenvolvido pela UFRJ. Gostaria de desenvolver esse assunto com vocês, por julgarmos de alto valor ambiental.
Prof: Paulo Ferreira Trotta
e.mail: ongictusecologia@yahoo.com.br
pauloftrotta@yahoo.com.br
tel: (21) 33688200
cel: (21) 97571770
Suas matérias são de suma importancia para a conscientização humana á respeito do MEIO AMBIENTE, sou uma gestora ambiental e EM NOME DO SENHOR JESUS, futuramente uma analista ambiental e estamos aí para somarmos,para lutarmos em prol do mesmo. COM CARINHO: Luciane.